Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Sempre que me mentalizo de que já não há nada que me atraia até aqui, hesito e volto. Talvez de tão preocupada em chegar aos outros, em agradar, em inovar, me tenha esquecido da motivação real que me fez iniciar este percurso. Escrevo para mim, porque só assim a coisa permanece genuína. São poucos os amigos que por aqui passam, até porque são poucos os que sabem da existência deste espaço de catarse. Acho que sempre me senti inibida em dizer que geria um espaço onde narcisicamente me exercitava. E a verdade é que este tem sido, ou foi um exercício que me aproximava mais da essência, pela distância de não saber quem lia as palavras que fluíam directamente do coração. Posto isto, ainda não é hoje que carrego na tecla delete. Vou antes ouvir o relato do Benfica enquanto faço a sopa de batata, receita da minha avó. Para ser correcta, é mais um caldo. Até logo.

4 comentários:

Violeta disse...

Não feches esta porta, há quem goste da luz ténue mas quente que vem daí de dentro. ;)

AnaLu disse...

Percebo-te tão bem.

CAP CRÉUS disse...

Deixa-te andar por aqui :-)
E quanto ao relato de ontem...paciência, resta-nos esperar que esta 6ª que vem seja santa para nós, pecadores. :-)

Maria Inês disse...

sois uns queridos :)